Em relação
à importância da presença de proximidade e abertura de espaços de
questionamentos entre o educador e alunos, Freire (1999, p.155) comenta o
seguinte:
Já sei, não há duvida,
que as condições materiais em que e sob que vivem os educandos lhes condicionam
a compreensão do próprio mundo, sua capacidade de aprender, de responder aos
desafios. Preciso, agora, saber ou abrir-me à realidade desses alunos com quem
partilho a minha atividade pedagógica. Preciso torna-me, se não absolutamente
intimo de sua forma de estar sendo, no mínimo, menos estranho e distante dela.
E a diminuição de minha estranheza ou de minha distância da realidade hostil em
que vivem meus alunos não é uma questão de pura geografia, minha abertura à
realidade negadora de seu projeto de gente é uma questão de real adesão de
minha parte a eles e a eles, a seu direito de ser.
Diante
disso fica claro que para o aluno aprender é preciso ser mais participativo
durante as aulas, já que muitas vezes em seu ambiente familiar não há uma
continuidade das práticas de aprendizagem. Assim o âmbito escolar deve ser
aproveitado ao máximo, havendo desta forma momentos juntamente com o professor,
para tirar suas dúvidas sem constrangimento.
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